26 setembro, 2007

até quando...


Reuters


Associated Press


Agence France-Presse — Getty Imag

... isto vai continuar a acontecer?

Quem quiser pode dar o seu contributo aqui, assinando a petição de apoio aos monges birmaneses.

32 comentários:

greentea disse...

sim , até quando ISTO


e outros ISTOS

que por aí surgem

Avusa disse...

muito triste…

bjs amiga

Jardineira aprendiz disse...

O que significa a liberdade?

Esta foi uma escolha feita com consciência (das consequências). Talvez eles fossem realmente livres e nem se importassem muito com a morte.

Claro que estou (estamos) a ver completamente de fora. 'Há países em que as várias formas de desespero competem pela primazia'

E se nós mudarmos o mundo muda?! E se o mundo não puder mudar nós não mudamos na mesma?

(Até parece que tirei o dia para te chatear, mas só tirei um bocadinho para fazer um intervalo! Fico feliz porque pelo menos estás por aí!)

Beijinhos

sa.ra disse...

jardineira aprendiz,
a questão minha amiga, não é a escolha de quem quis manifestar-se pela paz, pela liberdade, pacificamente... e que escolheu conscientemente correr todos os riscos...

a questão é: até quando a liberdade terá de sair à rua, e continuar a ser reclamada como se não fosse um direito basilar

a situação na Birmânia deixa-me desolada... um povo reprimido, escravizado, torturado por uma ditadura militar, brutal...

este povo não faz terrorismo, não reage com violência... marcha... marcha...

cansa-me a hipocrisia do mundo, das potências mundias, vergadas sob o valor do dinheiro, mas que quando lhes convém enchem a boca para falar de "direitos humanos"...

é triste... é mesmo muito triste, sobretudo porque não é o único caso.

:)
podes chatear à vontade!
beijos

Teresa Durães disse...

até encontrarem petróleo, diamantes no Tibete. Então vão dizer que a China é invasor...

Jardineira aprendiz disse...

Há por aí quem fale numa nova era... sinceramente eu acho que a raça humana pode até evoluir (como grupo) mas ainda terá um longo caminho a percorrer até vencer este lado negro de ser humano. O que mudou ao longo de milénios? O que mudaram as revoluções? (Acho que já te disse que não acredito em revoluções!)

A minha questão é: E se o mundo não puder mudar, não mudamos nós na mesma? Não me respondeste ;)

'Be the change you want to see in the world' Não será o único caminho que temos? Acho que é isso que estes monges estão a fazer - a única coisa que acreditam poder fazer, embora saibam que pode muito bem não mudar nada e certamente não muda o mundo. Mas isso importa para eles, ou importa-lhes estar a seguir o caminho em que acreditam, simplesmente?

Equanimidade - tenho esbarrado com este termo ultimamente! Não nos podemos cansar amiga! Nem que o mundo pareça apodrecer à nossa volta. (Pois e dizer isto é mais fácil do que fazer!)

Bjinhos

PS. Voltaste mesmo?!!
Ou estiveste só caladinha :)

wicky disse...

até quando não sei
mas que é urgente (issimo) acabar com a cena, não tenho dúvidas.

ainda bem que voltáste ....!!

sa.ra disse...

Jardineira aprendiz,

Sobre a nova era, digo-te o seguinte: há uma New Age, psicadélia, paranormal ou simplesmente um conjunto de novas versões de velhos tóxicos religiosos - dogmas de fé, grupos fechados, segregadores e arrogantes, cheios de "boas intenções" doutrinárias... enfim, mais umas quantas propostas de salvação que se fundam na adesão em velhos-novos credos.

Depois há uma nova era, subtil, humilde, discreta, que passa pelo indivíduo, pela mudança pessoal - pela experiência individual e pessoal, que é contaminadora, sem impor, nem se opor aos outros (indivíduos e grupos). Acredito nessa. Acredito na re-ligação ao interior, à responsabilidade individual pelo próprio caminho, à vida, à natureza, aos outros. Não acredito, como tu, em revoluções, mas acredito em evoluções (individuais interiores, que contaminam o exterior).

E é por isso que acredito na mudança. Por um lado, porque tudo muda, nada permanece estático, fixo e tal como está para sempre. Se muda para melhor? bem, essa é uma questão basilar. O "melhor", o que é "bom", o que faz "bem" é uma valoração individual e social, que muda conforme os tempos, as necessidades e as aspirações. Saber o que é "melhor" talvez seja a grande questão. Daí que o caminho para um mundo melhor comece em nós próprios, começando pelo príncipio: "conhece-te a ti mesmo". Dizer que o mundo não muda é admitir que eu não mudo. Eu mudo, eu mudo o meu mundo, o mundo muda.

Quanto aos monges, duvido que eles acreditem que a sua acção é inútil. Se pensassem isso, se o sentissem, dúvido que se pusessem em marcha. Fazem o que acreditam? sem dúvida, mas fazem-no porque acreditam que é o caminho... e dúvido que acreditem que seja uma iniciativa sem utilidade, sem efeito.

Tem efeito. Tem efeito sobre o seu próprio mundo, para começar. Eles estão a agir, estão a operar a mudança. Estão a motivar um povo subjugado sob um dos mais crués e corruptos regimes do planeta, estão a chamar a atenção mundo, a dar um exemplo de coragem e de activismo pacifista, e a contaminar(nos)! Podem não mudar tudo de um dia para o outro, mas alguma coisa estão a mudar com certeza.

Não acreditar nisso seria o mesmo que dizer que não teria valido a pena lutar para abolir a escravatura ou para que as mulheres conquistassem o direitos que hoje nos assistem. A mudança acontece. A não-mudança é que é irreal.

Se o meu mundo (interior) muda, se eu sei que isso transporta a mudança para o exterior, quem sou eu para passar um atestado de incapacidade a outros mundos?

Equanimidade? pois, difícil!!!!
Manter um espírito são, sereno seja quais forem as circunstâncias... saber da impermanência da vida, não sofrer com ela, não ficar presa às ilusões - sucesso ou fracasso, alegria ou tristeza... porque tudo muda... assim voltamos ao mesmo, à importância de aceitar a mudança. Negá-la é que é não serve para nada!

Não achas?

Beijinhos
Tem um dia muito feliz
(estou de volta e muito, muito feliz por estares aí)

Teresa Durães disse...

Estive a lerv o teu comentário (à minha frente) e mais ma vez maravilhada com as tuas palavras. 100% de acordo contigo

beijos

Jardineira aprendiz disse...

Bem, eu não queria negar a mudança! Acho que no fundo estamos de acordo na maior parte das coisas, e eu só venho qui 'botar palavra' porque gosto de conversar contigo!

O que queria dizer é que o caminho tem que ser independente do resultado, da nossa capacidade de mudar o mundo, e isto entendendo o mundo como esta bola onde está toda a humanidade. Porque essa efectivamente não tem mudado grande coisa, se prestarmos atenção. E se ficarmos à espera de mudar o mundo (a bola) ficamos realmente cansados e desmotivados - destruímos as nossas utopias.

Por outro lado concordo contigo, a única maneira de mudarmos 'algum mundo' é mudarmos o nosso mundo, o nosso interior, e por contágio o pequeno (às vezes grande) mundo que nos rodeia. Mas não podemos depender de resultados. Era isso que eu queria dizer em relação as estes monges (e é pura especulação porque estou a falar de uma realidade que não conheço) - eles provavelmente estão-no a fazer tendo bem consciência que, na prática, tudo pode ficar na mesma, (embora realmente nada fique na mesma qualquer que seja o resultado) Mas fazem-no porque esse é o caminho, o único que podem fazer em consciência (além de ficarem sentadinhos e quietos, que não é caminho nenhum) Era esse o sentido de equanimidade a que me referia, e sendo eles monges budistas devem compreendê-lo. A mudança pode e espera-se que aconteça. A questão é que se não acontecer, a atitude deverá ser a mesma, embora os actos possam ser diferentes. A evolução individual, independentemente de se conseguir ou não evolução colectiva. Mas aí estamos de acordo pelo teu primeiro parágrafo, não é?!

E agora brincando um bocadinho: para te sossegar também vou assinar a petição que o João enviou! (Embora como deves imaginar, sem grande esperança que adiante alguma coisa. Acredito sim em outras pequenas grandes mudanças, mas isso é outra conversa e esta já está enorme!)

Bjinhos!

Jardineira aprendiz disse...

Pelo teu segundo parágrafo, queria eu dizer! (Ai ai, está na hora de ir embora!)

sa.ra disse...

:)
Botar palavra é que é fixe amigas!
se não servir para mais nada, ao menos serve para não deixar morrer o estímulo das trocas!!!!

Adorei o teu comment jardineira - tão assertivo - tou contigo!

A tua paixão pela palavra, Teresa é o teu dom - o que tu dás a ti a nós!

beijos

Jardineira aprendiz disse...

:) Aquilo a que chamaste compulsão eu chamo entusiasmo! E entusiasmo etimologicamente significa 'in teos' (mais letra menos letra!) - com Deus!

E não é agradável uma discussão amigável?! ;) Já tinha saudades dos nossos bota-palavra, mas a verdade é que agora tenho que me ir!

Um dia conto-te o porquê destas ideias, mas isso são muitas palavras para botar, tem que ficar para outra altura!

Bjinhos!

oceanus disse...

Sa.ra

...acredito que "mais um" faz sempre toda a diferença e por esse mesmo motivo, não posso ficar indiferente...


beijinhos do fundo do Oceanus

greentea disse...

JÁ ASSINEI. CLARO!!

Jorge Moreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jorge Moreira disse...

Até quando?
Já assinei!
Se poderem vejam "Beyond Rangoon" de John Boorman (1995). Vale bem a pena ver ou rever este grande filme sobre o que lá se passa...
Bjs.

Misterious_Spirit disse...

Infelizmente hoje em dia há cada vez mais violência, confrontos, terrorismo e guerras...

Era bom que pudessemos construir um mundo fraterno de paz e respeito mútuo!!

Teresa Durães disse...

(vou explicar porque não percebeste... não há mistério, não há falta de inteligência ou cultura da tua aparte. Aliás, não há nada... esse é o problema!!! Ando a (tentar) aprender a utilizar um software para efectuar animação 3D e o que consegui foi aquela miséria das misérias ahahahah
ainda só li as primeiras e para se aprender a mexer nos botões são 140.. depois existem mais uns quantos .pdf lololol foi uma brincadeira pela manhã! - para não morrer de tédio, claro)

beijos

greentea disse...

o anel tb te serve , claro

beijinhos

Teresa Durães disse...

(não tarda nada vêm me buscar de colete de forças...)

ordePadamaR disse...

Pois é assim, onde existe mais luz, as trevas também são mais profundas..não fosse a dualidade a evidência duma realidade relativa.

Para a vossa troca (Jardineira e Sa.ra) respostas não há, mas certamente existem opções.

Se a realidade já muda pelo simples facto de existir um sujeito-consciência que a observa, como não mudará se esse sujeito-consciência tiver a intenção de mudá-la ?
- Claro que tem que começar por ele próprio, depois estendê-la à sua acção (ou não acção) movendo todos os que o observam, a agir de igual modo e assim iniciar a transformação da humanidade.

Esperemos tranquilamente e vamos, vivendo a nossa experiência..de forma equânime, sim.. compreendendo cada vez mais profundamente a lei da causa-efeito, com a certeza da impermanência de todos os fenómenos. O karma gerado ditará a resultante.

A opção de curar o mundo tem de partir de uma profunda compreensão e cura interiores..senão é uma árvore sem raiz e a "New Age" é já uma floresta destas árvores, como muito bem diz, Sa.ra

"(..)Mas fazem-no porque esse é o caminho, o único que podem fazer em consciência (além de ficarem sentadinhos e quietos, que não é caminho nenhum) "

Aqui Jardineira querida,
Se o sentadinhos e quietos..

- se refere á prática de meditação, bem esse é realmente um caminho para a cura interior de que falei acima, consequentemente para gerar a capacidade interior de curar o mundo.

- se se refere à não-acção, bem esta é também uma forma de agir e em determinadas circunstâncias é a única possível.

Mas de novo, por vezes é preciso o sacrifício..todos eles têm presentes os votos de Bodhisattva, e a troca da sua felicidade pelo bem de quem sofre e se torna assim por isso capaz de infligir sofrimento, é uma certeza no caminho.

Ser bom não é igual a ser "bonzinho". A Ira, pode e deve ser usada em defesa da dignidade, não é para eles um dos pecados originais. Mas é uma Ira zangada e digna, não uma forma odiosa de reação. Condenar, condenam o fenómeno, o hábito, o mal..não quem o traz ou o vem inflingir.

Sa.ra, se te traz algum conforto, os que foram o alvo do sofrimento gerado, sabem.. e oferecem o benefício da sua conduta a quem os mata, tortura e despreza. Pudessemos todos atingir essa compreensão e colocá-la em prática, como eles fizeram uma vez mais, por eles e pelo povo daquele país.

A minha assinatura obteve o núnero 96.

Luz clara para os teus dias (felizes)

Jardineira aprendiz disse...

:)
Pedro sentadinhos e quietos traduzir-se-ia por indiferença, obviamente não estava a pensar na meditação! Claro que concordo contigo em relação ao papel da meditação nesse processo de cura! Em relação à não-acção também, mas isso não é indiferença! E saber quando agir porque é a hora, ou decidir não agir requer sabedoria. Não sei é se concordo contigo em relação ao termo ira, embora provavelmente seja só uma questão de chamar nomes às coisas. Ira, para mim, não se coaduna com o conceito que tenho de equanimidade! A ira desiquilibra-nos como qualquer sentimento negativo, e os lutadores de artes marciais sabem-no bem. O que eu tentei defender neste discurso todo foi precisamente a tranquilidade e o distanciamento (que é bem diferente da tal indiferença) para agir com sabedoria - agir quando há a possibilidade de conquistar algo, mas com a tranquilidade suficiente para aceitar uma provavel derrota (há dias o teu comentário lá do outro lado lembrou-me precisamente aquela tradução do If de Kipling que diz 'se podes encarar com indiferença igual o triunfo e a derrota - eternos importores') E não perder a esperança (não assassinar utopias) quando as coisas não são ou não acabam como seria desejável. Porque, como dizem, o único mundo que nós temos realmente possibilidade de mudar é o nosso mundo interior! E mesmo esse é bem difícil, uma luta de uma vida...

Bem, Sa.ra... vim outra vez impingir-me no teu espaço com um discurso enorme e desta vez nem foi a falar contigo! Mas tu desculpas não é? ;)

veritas disse...

Até quando não sei, porque a inconsciência humana não conhece limites. Apenas devemos manifestar a nossa solidariedade. Essa voz ninguém poderá calar!

bjs. Boa semana.

Jorge Moreira disse...

Já coloquei também no meu Blog!
Bjs.

Hanah disse...

Sa.ra,


Obrigado pelo pedido,

1 + 1 é sempre mais que 2


Já divulguei nos meus blogs, beijinho e dias muito felizes, ti e para todos

sa.ra disse...

Jardineira Aprendiz e Ordepadamar,

Acho esta "discussão"/troca de ideias uma vantagem significativa.

:)

Acho que conheço os dois o suficiente... e agora junto-me à conversa, para dizer que afinal estamos a falar do mesmo

A tal passividade/aceitação diante da impossibilidade de "mudar" o outro, mesmo quando o outro agride, recorda-me a compaixão de Cristo - o "dar a outra face", que nada tem que ver com vitimização ou não acção, mas antes com renúncia à reacção, tornando-se mais poderosa e construtiva por isso mesmo.

Quanto à Ira - há iras e iras - sublinho a chamada "ira santa" - uma força/energia de resposta capaz de provocar a mudança ... como a revolta dos escravos, por exemplo.

Quero que percebam que os meus comentários não têm qualquer intuito ou tom profressoral... estou sublinhar o que entendi, e muito me escapa...

Sabem, acho que estas duas formas de resposta são muito simples e ao mesmo tempo muito complexas... que implicam uma vigilância e consciência profunda. A "passividade" do budismo, bem como a de Cristo nada têm que ver com fraqueza ou conformismo ... mas de facto, são formas de acção/resposta que confudem e confudem muita gente... caso contrário os Cristãos já o teriam entendido.

não acham?

beijos aos dois
dia muito feliz para ambos

ordePadamaR disse...

Compreendo..(Sa.ra o blog é para isto mesmo não é :-)

Jardineira, é possível utilizar a Ira de forma construtiva. Se te aparecer uma pessoa obstinada em levar algo avante, em detrimento do teu bem estar ou prejudicando-te, o que te leva a agir e combater a situação é a Ira. Agora Ira não é só sinônimo de espumar de raiva, vociferar e atirar impropérios ou até partir para a agressão. Não, a Ira é por todos usada quando temos necessidade de defender a nossa dignidade, por exemplo. Funciona como a alavanca para uma atitude de firmeza, em face do que está a limitar a nossa liberdade, por exemplo. Como pelo exemplo que os monges deram ao manifestarem a sua indignação, não o fizeram de modo violento..e a atitude, como a intenção faz toda a diferença. O sentimento é a Ira !

Assim acho que está mais claro.

Bjinhos

Hanah disse...

Sim é um outro blog que criei para postar variedades, mais sem antes prestar homenagem à natureza...
a de todos nós...


........Claro que pode pegar o que você quiser.........

Assista ao video O Anjo Mais Velho....tenho certeza de que vai amar...

Um bom dia cheio de luz sempre para você também que tanto nos ilumina....

Beijin para você também, obrigado por sua presença...

Jardineira aprendiz disse...

OK, então é uma questão da conotação que damos às palavras. Eu preferiria chamar firmeza ao que vocês chamam ira. Claro que é difícil conseguir firmeza sem a tal ira que vocês falam. Por outro lado, aquilo a que eu chamo ira desiquilibra-nos e em vez de usar de firmeza podemos cometer injustiças por reação a injustiças (que é o problema das revoluções violentas). Mas a fronteira entre essas 'duas' iras é muito ténue.
Como tu dizes Sa.ra, é necessária vigilância e consciência profunda. E para a maioria de nós, comuns mortais, isso é bem difícil (bem, falo por mim, eh eh!)

Afinal sempre cá voltei :) dizem que as boas conversas são como os amendoins, viciam e não conseguimos parar!

Deixando de brincadeiras, eles continuam a enviar pedidos para o mail para divulgar a petição, por isso se tiver um pouco de tempo também vou colocar no blog. Como alguém disse, o oceano é feito de muitas gotas (se calhar ouvi isto de um de vocês!)

Beijos

Desambientado disse...

Obrigado pela mensagem.
Já assinei a petição e também deichei um link no meu blog.

Beijinhos

Félix

Rhiannon disse...

Sim, até quando?

Segui a indicação do caminho. Obrigada