22 fevereiro, 2006

sem máscara

“A minha religião é simples. Não é preciso templos; não é necessária uma filosofia complicada. O nossa própria mente, o nosso próprio coração são os nossos templos; a filosofia é a bondade”

Dalai Lama

5 comentários:

maat disse...

gosto do teu caminhar por este espaço.


Paz.


**maat

Jardineira aprendiz disse...

A reflexão destes posts está muito interessante. Lembrou-me 'O Louco' de Khalil Gibran. E que às vezes não é nada fácil ser um louco sem máscara... a não ser que se tenha esta limpidez quase mágica que parecem ter as pessoas como o Dalai Lama.

greentea disse...

tal como é dito no post de outro dia sobre o livro de isabel allende O Reino do Dragão, que acho lindissimo. Aliás li quase todos os dela e do Garcia Marques.
se todos despertássemos o Buda que há em nós e vivessemos apenas cada dia , cada momento...
Naquela hitória q contei, o que me impressiona é que aquele homem não tem perspectivas não futuro nem passado. Vive cada momento - não tem a despensa cheia, não tem conta bancária,não tem água nem luz. Mas alguém há-de passar que lhe trará o alimento , a roupa, um conforto, um gesto...

sa.ra disse...

Bom dia amigas!
os vossos nomes são uma ispiração. abro a caixinha dos "comments" e encontrovo-vos: maat, jardeineira aprendiz e greentea.
sou apaixonado por simbolos! acho que comportam uma riqueza profunda...são imagens que dizem tudo e os vossos nomes dizem-me imenso, a começar pelo facto de terem sido criados por vós mesmas, escolhidos de acordo com a vossa "identidade". Obrigada por partilharem comigo as vossas ideias!
Um dia muito feliz às três!

sa.ra disse...

o budismo é uma escola muito muito interessante, cuja sabedoria milenar teria e tem muito a emprestar à psicologia e à psicanálise... aliás essas parcerias já estão a acontecer!!!!! finalmente!!!!!!
e não é só às ciências humanas que o budismos pode trazer mais luz, é ao Conhecimento do Homem como um todo: corpo, mente, alma e espírito e isso reflecte-se em tudo, desde a saúde, economia, politica, ambiente, etc.
greentea, essa liberdade de viver um dia de cada vez é aquilo que o budismo chama de DESAPEGO... e que um amigo registou tb, há pouco, na voz de uma freira carmelita: "é uma liberdade muito grande ter as mãos vazias" (in www.oultimometro.blogspot.com).
afinal, rico não é aquele que tem muito, mas aquele que precisa de pouco para ser feli; é aquele que é capaz de sentir a alegraia de liberdade de ter mãos vazias!
beijos grds!